Da ideia inicial até o resultado final com o envolvimento de diversos profissionais, o processo produtivo de softwares no Brasil tem grau de maturidade global
Duas constatações começam a ganhar força no mundo da tecnologia: a primeira é que a vida contemporânea sem a utilização de softwares é quase impossível. A segunda é que os softwares produzidos no Brasil estão ganhando respeito crescente de consumidores nacionais e internacionais. Para se ter ideia, o crescimento do mercado de TI em 2009 foi de 6% a 8%, considerando exportação e importação.
Mas como funciona uma fábrica de software? O cliente tem um problema a ser resolvido, os técnicos a capacidade de criar um projeto, e os programadores e suas máquinas desenham as funcionalidades executáveis do software. Contudo, produzi-los de maneira sistematizada não é tão simples como numa linha de produção de modelo Ford.
Como em toda fábrica, o processo produtivo do software deve estar padronizado e pode ser constantemente melhorado: os gestores preocupam-se com a redução de defeitos, com maior controle sobre os custos, e com o aumento da produtividade e satisfação do cliente.
Focados na melhora de tais indicadores, o setor de tecnologia da informação também definiu alguns padrões na produção de seus projetos. Um dos mais importantes é conhecido como o CMMI (Capability Maturity Model© Integration), estruturado pela norte-americana Software Engineering Institute(SEI), referência mundial no tema. No Brasil, pouco mais de 20 organizações possuem o modelo implementado e avaliado de maneira formal.
No final de 2009, a SOFHAR Gestão & Tecnologia obteve a oficialização de seu nível 3 de maturidade no modelo. Ao todo, a graduação chega até o nível 5, contudo o terceiro nível é o que possui a maior parte das práticas de engenharia e gestão dos projetos. Os níveis 4 e 5 estão relacionados mais com a melhoria contínua e a análise estatística dos indicadores, bem como a manutenção e preservação dos resultados alcançados até o nível 3.
A empresa iniciou o processo de avaliação em setembro de 2008 e a meta foi atingida em tempo recorde: 13 meses. A média de tempo para alcançá-la são 21 meses.
A avaliação oficial garante que os métodos utilizados estão maduros, seguem um padrão internacional de qualidade, eficiência e excelência. O que confirma que as soluções produzidas no Brasil competem de igual para igual com outros pólos altamente competitivos, como os norte-americanos, europeus ou asiáticos.
“Temos um padrão mundial para atender o mercado local e um compromisso formal para atender o cliente internacional para atividades de exportação”, explica o Diretor de Operações Roberto Clementi.
Segundo Clementi, as práticas que estão internalizadas no CMMI são o que há de mais avançado em modelo gestão, ação e execução do mercado de TI. O que garante resultados positivos na produção de soluções tecnológicas.
Dados da Associação Brasileira das Empresas de TI, divulgados na primeira semana de 2010, apontam que setor de TI, excluindo telecomunicações, faturou aproximados R$65 bilhões, o que coloca país como oitavo maior mercado de TI do mundo. Juntas, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba são responsáveis pela produção de 80% de todos os softwares do Brasil.
Sobre a SOFHAR: Fundada há 23 anos em Curitiba, e com mais de 180 profissionais colaboradores, a fábrica de software atua nos setores público e privado com abrangência internacional. Sua missão é aumentar a competitividade de seus clientes, utilizando as melhores práticas na aplicação da tecnologia de ponta e gestão de negócios voltados para resultados. Hoje a empresa é o maior centro de treinamento em TIC do Estado e é certificada como centro oficial pela Microsoft. Possui um extenso currículo de atestados técnicos, incluindo 11 certificações Microsoft - entre elas a MCM (Microsoft Certified Master), única no Brasil, mais de 300 atestados de capacidade técnica e 10 das 16 competências Microsoft. Desenvolve e oferece ao mercado diversas soluções em tecnologia e produção de software.
SOFHAR Gestão&Teconologia S.A.
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